06/01/2015

Convergente: uma escolha vai te definir

"Temia que continuássemos a colidir um contra o outro se ficássemos juntos e que o impacto me quebraria. Mas agora sei que sou uma navalha, e ele é uma pedra de amolar... Sou forte demais para quebrar com facilidade e torno melhor, mais afiada, toda vez que o toco."
- Tris
Bem, já fazia tempo que eu estava me enrolando para ler a trilogia Divergente por motivos de: faculdade. Mas agora nas férias eu finalmente consegui meu tempo precioso, e pude me dedicar completamente a leitura desta série maravilhosa, que sem dúvidas tornou-se minha preferida. Terminei do último livro hoje, ou melhor dizendo, a alguns minutos atrás (somente os minutos suficientes para eu engolir o choro e me acalmar), e decidi que deveria escrever, não necessariamente uma resenha porque minhas emoções no momento não me permitem, mas que se eu não comentasse nada, eu me sentiria péssima.

Esta publicação conterá spoiler, mas muito spoiler, por ser uma descrição das minhas reações ao terminar de ler o livro, então se você ainda não o leu, o aviso está dado. Se você já leu o livro ou não se importa em receber spoilers pesados, mas pesados mesmo, sinta-se a vontade em continuar lendo.

“Se eu não sobreviver”, digo, “diga ao Tobias que eu não queria deixá-lo.”
Sabe aquela sensação estranha de quando você termina um bom livro: parece um grande vazio, mas ao mesmo tempo, você fica maravilhada em perceber o quão incrível é a história que você acabou de ler. Bem, eu estou nesta situação.

Em momento algum eu imaginei que Veronica Roth concluiria a trilogia com a morte da protagonista. Quando eu li pensei que fosse mentira e que ela voltaria a vida, mas não foi bem assim. A narração do Tobias em primeira pessoa quando fica sabendo da morte dela também é outra facada no peito, a maneira como toda a história foi tão brilhante, que era possível sentir os sentimentos dos personagens: eu pude me sentir o próprio Tobias naquele momento e o choque foi tão grande, que eu terminei as últimas páginas do livro sem conseguir parar de chorar.
"Posso ser perdoada por tudo o que fiz para chegar aqui?
Eu quero ser.
Eu posso.
Eu acredito nisso."
O que eu achei mais lindo em toda a história, é que no meio de toda aquela desgraça, de tantos personagens morrendo, a autora conseguiu escrever uma história de amor, fidelidade e amizade; eu me apaixonei completamente por FourTris. Além disso tudo, é claro, o enredo como um todo, os ideais e as ideologias presentes ali, o desenvolvimento da trama e a conclusão inesperada... Não há palavras pra descrever o quão incrível eu achei tudo isso.
"Suponho que uma chama que queima brilhantemente não é feita para durar."
Estou parecendo uma fangirl surtada, mas eu de fato estou surtada sim. Vai levar um tempo pra eu me acostumar com a ideia de que acabou. Ainda tenho o livro "Quatro" para ler, mas acho melhor esperar eu acalmar meus ânimos (e controlar as crises de choro também, haha).
"A vida nos danifica, a todos nós. Não há como escapar desse dano.
Mas agora também estou aprendendo isto: podemos ser consertados. Consertamos uns aos outros."
Se você leu até aqui: muito obrigada por me aguentar! E vamos aguentar firme porque em março tem Insurgente nos cinemas, e mesmo que eu nunca fique satisfeita o bastante com as adaptações dos livros em geral... Vai ser ótimo ver Beatrice e Tobias juntos mais uma vez, rs' 


Até a próxima, queridos prismáticos!



2 comentários:

  1. Olá!
    Eu não fazia ideia de que a Tris morria. Que triste. Só assisti o filme (pra fazer resenha pra faculdade, haha) e sou louca pra ler a trilogia, mas está tão cara por causa dos filmes x____x
    De qualquer forma, vou adquiri-las um dia, porque amei o filme e a ideia no geral é muito boa. Espero gostar da forma como a Roth escreve. :D
    Amei o post e fico feliz que tenha encontrado uma nova série favorita~ iudhufsd
    Abraços~

    ~ Nankin Dust

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    Respostas
    1. Ah, mas leia mesmo!! E desculpa o spoiler :x mas mesmo sabendo que ela morre, o final não deixa de ser incrível e surpreendente, sério, haha'
      Verdade, só fazerem filmes que os livros dobram de preço -q mas vale a pena, pelo menos eu achei :)
      Abraços!

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